Texto escrito de uma entrevista realizada em 13/01/2009 com o Senhor Margarido
Apresentação: Meu nome é Margarido, sou casado tem 46 anos, dois filhos e sempre trabalhei na construção civil. Não sei ler nem escrever sou analfabeto e tenho muita vontade de aprender a leitura.
Entrevistador: Como você se comunicava com seus familiares que moram longe?
Entrevistado: Eu mim comunicava por carta, eu procurava sempre uma pessoa que sabia escrever para fazer as minhas cartas, mas eu ainda achava que não ficava do jeito que eu queria, a impressão era que não tinha os mesmos sentimentos que eu passava quando eu falava o que era para escrever, queria muito passar aqueles pensamentos guardados para a mãe ou para a namorada e não sabia escrever então dependia muito dos outros, às vezes ficava sem me comunicar.
Entrevistador: E hoje, de que maneira você se comunica com essas mesmas pessoas?
Entrevistado: Hoje com o telefone ficou mais fácil e melhor porque não preciso das pessoas para telefonar.
Entrevistador: O telefone facilitou a vida de muita gente.
Entrevistado: É, facilitou sim a vida de muita gente.
Entrevistador: E agora veio a internet revolucionou mais ainda.
Entrevistado: É, mas é para quem sabe ler e escrever, porque quem não sabe continua com a mesma dificuldade.
Entrevistador: A escrita hoje te faz falta?
Entrevistado: Sim, muita. Sempre me fez falta e continua fazendo, porque hoje tudo depende da leitura.
Entrevistador: Em que momentos a escrita te faz falta?
Entrevistado: Para lê uma correspondência, lê algo no trabalho, da escola do meu filho. Tenho muita vontade de aprender a leitura.
Entrevistador: Você sabe que nunca é tarde par a começar? Entrevistado: Sim nunca é tarde, mas eu tenho muita dificuldade. Entrevistador: Não perca a esperança porque sta é a ultima que more. Entrevistado: Não esta eu não vou perder, eu tenho muita esperança de que um dia eu vou conseguir.
Apresentação: Meu nome é Margarido, sou casado tem 46 anos, dois filhos e sempre trabalhei na construção civil. Não sei ler nem escrever sou analfabeto e tenho muita vontade de aprender a leitura.
Entrevistador: Como você se comunicava com seus familiares que moram longe?
Entrevistado: Eu mim comunicava por carta, eu procurava sempre uma pessoa que sabia escrever para fazer as minhas cartas, mas eu ainda achava que não ficava do jeito que eu queria, a impressão era que não tinha os mesmos sentimentos que eu passava quando eu falava o que era para escrever, queria muito passar aqueles pensamentos guardados para a mãe ou para a namorada e não sabia escrever então dependia muito dos outros, às vezes ficava sem me comunicar.
Entrevistador: E hoje, de que maneira você se comunica com essas mesmas pessoas?
Entrevistado: Hoje com o telefone ficou mais fácil e melhor porque não preciso das pessoas para telefonar.
Entrevistador: O telefone facilitou a vida de muita gente.
Entrevistado: É, facilitou sim a vida de muita gente.
Entrevistador: E agora veio a internet revolucionou mais ainda.
Entrevistado: É, mas é para quem sabe ler e escrever, porque quem não sabe continua com a mesma dificuldade.
Entrevistador: A escrita hoje te faz falta?
Entrevistado: Sim, muita. Sempre me fez falta e continua fazendo, porque hoje tudo depende da leitura.
Entrevistador: Em que momentos a escrita te faz falta?
Entrevistado: Para lê uma correspondência, lê algo no trabalho, da escola do meu filho. Tenho muita vontade de aprender a leitura.
Entrevistador: Você sabe que nunca é tarde par a começar? Entrevistado: Sim nunca é tarde, mas eu tenho muita dificuldade. Entrevistador: Não perca a esperança porque sta é a ultima que more. Entrevistado: Não esta eu não vou perder, eu tenho muita esperança de que um dia eu vou conseguir.